Existem fases em que não temos tempo para nos dedicarmos a tudo o que gostamos de fazer. Eu tive que me ausentar e certamente me compreenderão. No entanto, confesso que sinto saudades de vir para aqui escrever as minhas patetices e do contacto convosco. Obrigada a todos os que continuaram a visitar e comentar. Lamechices à parte, estou de volta ;)
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
♥ Tudo o que é demais...
... não presta! Já diria a minha avó. Ultimamente têm passado constantemente a música "Gaivota" do projecto Amália Hoje, quer nas estações de rádio, quer na televisão, quer em lojas. Parece que esta música me anda a perseguir! Os versos são muito bonitos e dou todos os louros à nossa Amália, cuja voz é inigualável. Mas em relação a esta versão esquisita agora recriada, posso dizer que se a passassem menos vezes provavelmente nem me chamaria a atenção. Não me fascina e cada vez gosto menos. E se variassem um bocadinho? Seria bom, não? Pensem nisso.
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
♥ Homenagem à eterna diva do fado
Amália Rodrigues
(1920 - 1999)
10 anos sem Amália, mas todo o seu talento e trabalho permanecerão vivos.
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
♥ Home sweet home
Sim, confirma-se: o fim-de-semana prolongado foi bom! Fiz algumas coisas que tinha planeado e outras que não planeei, mas que foram igualmente agradáveis. Pelos vistos, os momentos imprevisíveis até se podem tornar nos melhores... Mas depois de tudo isso, haverá melhor sensação que a de chegarmos a casa, à nossa própria casa? É como sermos ave e pousarmos no nosso ninho. Como sabe bem revermos os recantos e os objectos, sentirmos que temos para onde voltar... Eu já estou de volta ao meu ninho e estou feliz. E vocês?
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
♥ Hum...
Já me "cheira" a fim-de-semana prolongado. O aroma do descanso, das caminhadas à beira-mar, dos jantares fora, das idas ao cinema e ao shopping, do relax absoluto! Pois que na verdade tudo isto não passam de aromas imaginários, mas lá que sabem bem sabem, não é verdade?
Bom fim-de-semana a todas(os)!
♥ Chá, a quanto obrigas
Muitos de vocês já devem ter ouvido falar das excelentes propriedades dos chás. De facto são bastantes. Eu, pessoalmente, gosto muito de beber chá, mas faz-me confusão que algumas pessoas em sítios públicos façam questão de sorver o mesmo e se deixarem levar na cantiga do dedinho traiçoeiro. Quem não presenciou já alguém que ao erguer a chávena fica com o dedo mindinho no ar? Eu acreditava que era por distracção ou algo similar, mas depois da tarde de ontem, fiquei convencida de que existem mesmo pessoas que acham isso chique (Oh-my-god!) e que fazem questão de o fazer. E acreditem, dá-me vontade de rir presenciar e constatar isso. E agora vocês dizem-me: "Eu sorvo, deixo-me levar na cantiga do dedinho traiçoeiro e sou feliz!" (Pronto ok, a Coração de Papel vai ali e já volta.)
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
♥ Preguicite aguda?
Hoje sinto-me assim. Cansada e com preguiça. Poucas coisas me conseguem deprimir, mas estas mudanças meteorológicas, fazem-me confusão enquanto não me habituo. Abrir a janela pela manhã e não ver o azul do céu limpo e o sol em todo o seu esplendor, tira-me alguma energia. Passar de lindos dias de sol, para enfadonhos dias de céu nublado e algum frio, não é propriamente agradável, diga-se de passagem. Sobretudo quando se tem que sair de casa. Eu tenho que e não me apetece nada... Humpf.
quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
♥ Novo romance de Júlio Magalhães
Foi publicado recentemente o segundo romance de Júlio Magalhães, cujo título é "Um amor em tempos de guerra". Li a sinopse e vou certamente adquiri-lo.
Sinopse:
« António nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o vizinho da rua das traseiras, o homem que se fez doutor em Coimbra e que ia à terra sempre que podia, o tal que governava o país com pulso de ferro. Mas de pouco ou nada lhe valeu tão grande nome quando o destino o enviou para Angola, para defender a pátria em nome de uma guerra distante que não era a sua. Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a mulher a quem pedira em casamento, num banco de pedra, junto à igreja e que prometera fazer dele o homem mais feliz de Vimieiro. Promessa gravada num enxoval imaculado que ficou guardado no armário, à espera do fim daquela maldita guerra. Quando António regressou de Angola, era um homem diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto, e que, em sua memória, tinha enterrado um caixão sem corpo.
Depois do sucesso de Os Retornados – Um Amor Nunca se Esquece que vendeu mais de 50 mil exemplares, Júlio Magalhães regressa à escrita com Um Amor em Tempos de Guerra que nos leva a um dos episódios mais marcantes e controversos da História contemporânea portuguesa: a guerra do Ultramar. Mais uma vez, Júlio Magalhães surpreende-nos com uma história empolgante onde o amor assume o papel principal. Porque mesmo em tempos de guerra e sofrimento há amores que resistem a tudo. »
Fonte: Esfera dos Livros
♥ Praxes académicas: O dilema
Sim, é verdade que o título desta mensagem tem uma pitada de ironia. Sim, também é verdade que é um assunto complexo e que é sempre motivo de conversas por esta altura do ano. Em primeiro lugar quero referir que não sou contra a tradição académica e nunca me declarei anti-praxe quando por isso passei. Aceito o ponto de vista de quem acredita que é uma forma de integração dos novos alunos e concordo até ao ponto em que não há exageros. De facto, um dos intuitos das praxes é promover o convívio e a integração através de certo tipo de brincadeiras inofensivas e que se podem tornar divertidas para todos. Mas, como em tudo na vida, existem limites. Limites que não se vêem, mas que obviamente têm que estar presentes na consciência de cada um. Todas as "ordens" que ultrapassem a barreira da normalidade e da decência, perdem toda a possível piada. Sou totalmente contra diversas atitudes que tomam e que ferem as susceptibilidades de muitos. Como em tudo, deve existir respeito pelos outros e não permitir que complexos de inferioridade (ou demais parvoíces) venham ao de cima e humilhem quem não tem nada que ver com isso. Sim, porque o que não falta por aí é gente que se convenceu de que quando veste o traje pode fazer tudo o que lhe apetece e sentem-se superiores por isso. Acredito que o acto de trajar não tem nada que ver com esse género de idiotices e que não deve ser utilizado como camuflagem para transbordar as frustrações do dia-a-dia. Por isso, praxes? Sim, mas sem exageros, fáchavor!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






